DIY

DIY para chá de bebê do Levi – Mãe de Fases

Olá manas, no post de hoje, vim compartilhar com vocês um pouco da do chá de bebê do Levi. O tema foi de balão nas cores azul e branco. Ficou tudo muito lindo, feito com amor e carinho. Não encomendamos e não alugamos nada, todos os itens da festa foram feitos por nós mesmas.

A decoração foi feita em MDF, TNT e emborrachado. Compramos todos os materiais e fomos confeccionando as lembranças e enfeites de acordo com a nossa criatividade.

Contratar um buffet, comprar as lembranças e os enfeites já pronto daria menos trabalho, mas para dar um toque pessoal e fazer uma boa economia, decidimos colocar a mão na massa literalmente, pois até o bolo, cupê cake, doces, … fizemos tudo. 

 

Mão na massa

Para a decoração compramos tinta, luzes em formato de nuvens, pedras, e alguns objetos em MDF.

  • Bandeijas P, M e G
  • Torre de cupê cake
  • Suporte de bolo
  • Piruliteiro
  • Porta-retrato

 

Piruliteiro sendo pintado

 

Montando o balão: emburrachado

 

Mesa provençal 

 

Suporte de bolo

 

Tag: Chá do Levi

Para ver o resultado, é só conferir no instagram do baby Levi: @levikinupam

mãe de fases

PicNic – Rede de apoio materno

Olá mana, vim compartilhar com vocês hoje essa experiência de participar de um picnic materno que aconteceu no último sábado no Rio de Janeiro. Foi muito bom, imaginem um encontrinho com outras mamães, trocando experiências, dúvidas, dicas, … Foi bom de mais.

Participo de uma rede de apoio materno, onde as mamãe compartilham de tudo e assim tornamos a maternidade mais leve. Conheci várias mamãe virtualmente e com o encontro, tive a oportunidade de conhece-las pessoalmente.

Pic Nic

Fase Jovem Avó

Mãe de fase jovem avó

No post de hoje, vou compartilhar com vocês essa fase jovem vovó.

Ser avó na juventude é uma consequência na vida de quem se tornou mãe ainda na adolescência. Pelo simples fato de termos filhos cedo, os netos também viram cedo, claro que para toda regra tem uma exceção. Como já havia falado um em post aqui do blog, engravidei aos 14 anos e minha filha nasceu quando completei 15 anos, hoje tenho 31a e minha filha 16a.

Não vou mentir, mas eu já me imaginava avó, principalmente quanto minha filha completou 14 anos. Olhava para ela e me via na mesma idade e passou vários filmes na minha cabeça, lembrei de todas as coisas que minha mãe me falava quando tinha a mesma idade. Na época era um saco, não vou mentir e hoje vejo toda a importância de cada palavra, frase e sermão. Me tornei mãe, e só quando entramos na vida materna é que damos valor e vem aquela frase clichê: “Bem que minha mãe falou” rss

Vou ser avó e tomei um susto, embora era algo que eu já imaginava que poderia acontecer, embora estivesse na torcida para não ser tão cedo como eu, Levi está a caminho, sim, é um menino e já é muito amo e esperado.

Já me perguntaram, qual é a sensação de ser vovó rss Simplesmente é uma sensação que só vivendo para saber, assim como a maternidade, não tem explicação, é algo que se sente e não se explica. Agora estou sentindo o mesmo que minha mãe quando eu engravidei, olho pra minha filha e me vejo á 17 anos atrás.

Uma coisa é certa, vou ser uma super vovó, afinal de contas, é como se fosse mais um filho, ser vó não é esta velha e sim a oportunidade de reviver toda a maternidade, mas com um olhar diferente.

maternidade

Mãe de menina

Ser mãe não é tarefa nada fácil, principalmente ao longo dos anos. Quando nós descobrimos mãe, idealizamos muitas coisa: o sexo, o nome, com quem vai parecer, se vai gostar disso ou daquilo, … Mas, quando eles nascem, vemos que nada é como sonhamos ou planejamos. Isso não significa que seja ruim, mas, é bom sermos surpreendida ao logo do caminho. Seria chato de mais se acontecesse tudo como o planejado, qual seria a graça de ser mãe se não houvesse essas pedras nos caminho?

Como já havia comentado em outro post, que engravidei aos 14 anos, completei 15 anos no meu 5˚ mês de gestação. Quando descobri o sexo fiquei um pouco frustrada, confesso rss Sempre me imaginei mãe de menino, estava na expectativa do Renan (esse seria o nome, caso fosse menino), até que na ultra tive a certeza de ser uma menina. Fiquei feliz sim, mas, no primeiro momento eu tinha certeza que estava errado, por sempre ouvir falar que “enstindo de mãe não falha”, isso é mito, fui descobrir depois.

Escolhi o nome (sim, eu que escolhi o nome, embora hoje, todos dizem que escolheram, rss), tive a ajuda de todos para chegar ao nome final, a única coisa que era certo é que se chamaria Maria, como Nossa Senhora, e fiquei na dúvida do complemento, e finalmente decidimos por Eduarda, sendo assim, Maria Eduarda.

Não tive dificuldades com fraldas, acordar na madrugada, … Já sabia o que me esperava. O ruim é quando eles vão crescendo e não temos como parar o tempo. Hoje ele tem 15 anos, os mesmos 15 anos que tinha quando ela nasceu. Passa um filme na minha cabeça, olho para trás e vejo como tempo passou.

Mais viagens e menos brinquedos

Menos brinquedos e mais viagens

Como é bom viajar, conhecer lugares diferentes, curiosidades, cultura, enriquecer a alma e alimenta a vida. Sendo em família, entre amigos ou até mesmo sozinho,  praias lindas com águas cristalinas ou subir a serra pra curtir o clima da montanha, o importante é pé na estrada. Agora, se tratando de viajar com crianças, aí tudo muda, ou não?! No meu caso, com certeza não, levo meus pequeno para todos os lugares.

Levar meus filhos em minhas viagens, nunca foi problema, pelo contrário, foi a solução. Percebi que, a cada viagem, eles voltavam mais animados, falantes, observadores e super empolgados para compartilhar tudo que viram e curtiram. Logo percebi que, a melhor coisa para o desenvolvimento deles, era através das viagens e passeios. 

Antes de decidir o próximo destino, faço uma pesquisa sobre a localização exata, se tem pronto socorro, farmácia, supermercado, facilidades para encontrar possíveis necessidades, pra depois pesquisar sobre pontos turísticos, gastronomia e etc. 

A primeira viagem que fiz com as crianças, foi para o Santuário de Aparecida do Norte. Levei os quatro com meses de vida, sem contar que fui grávida dos três, só não foi na minha terceira gestação, pois a viagem é sempre no mês de outubro e o Heithor estava para nascer a qualquer momento. 

Nunca tivemos problemas para escolher os destinos, mas, meu marido já era experiente em acampamentos e trilhas, sempre me chamava pra acompanha-lo, mas, nunca tive espírito aventureiro e depois que nasceram os pequenos, a vontade diminuiu mais ainda, imagine só se aventurar ainda mais com crianças? Só que não, fomos acampar e levamos o Heithor ainda pequeno, com quase 2 anos, e foi aí que percebi o quanto foi bom para o desenvolvimento dele e não paramos mais. Não importa o lugar, a distância, o clima … o importante é viajar.

Dia das crianças, levo para passear, brincar, lanchar, … E não dou presente material, deve esta pensando, tadinhos, mas que nada, estou dando presente sentimental, que vai ficar eternizado na memória. Natal e aniversário, dou uma lembrancinha, faço uma festinha (por incrível que pareça, eles não gostam muito de festa de aniversário) e levo para passear em lugares que não fomos antes ou um lugar que fomos e gostamos muito. Não sou adepta do consumismo, não uso datas comemorativas para presentear, sou contra a essa cultura de datas certas para dar super presentes. Sigo o princípio de que: Se esta merecendo?! Se tenho condições?! então eu presenteio, independente de data.

Prefiro gastar com viagens do que com brinquedos. Feriados e datas comemorativas, são oportunidades para por o pé na estrada.

maternidade

A hora do desfralde

   A criança quando entra nessa fase, é sinal de independência e precisa mais atenção, venha com uma fralda, uma criança fica mais a vontade para fazer suas necessidades e até acostumar que esta sem a fralda, como vezes, o xixi na cama, não chão … Às vezes é inevitável. Por isso, devemos atentar aos sinais.

  O Guel já está no processo 5 meses, e não é dificuldade na prática. Nesse aponta uma creche para um fator fundamental pra isso acontecer, além de observar os coleguinhas pedindo, como tias semper perguntavam “Mais alguém quer ir ao banheiro”. Em casa, ainda faço o uso da fralda na hora do soninho da tarde e noturno.

   Confesso que chega um ser desanimador no começo, até uma vontade de voltar para as fraldas rss. Quando o deixa o que é o shortinho, percebia que ele gostava, até por que, incomovadava, era um alívio. Quando eu percebia que ele estava muito quieto, era fato não está cantinho fazendo xixi ou côco. Me mantenho a pensar de forma divertida que, a pode ficar tranquilo que é uma coisa normal e não tem problema se ele fez xixi ou cocô na roupinha, porque no começo é assim mesmo. Isso passa segurança para criança e evita traumas.

   Por conta da praticidade, nos nos encontremos com um fralda, agora o desfralde é mais trabalhoso, até um recado sem bônus que queja pelo ônus.

By mãe de fases
relacionamento

Relacionamento á distância

    Um relacionamento com convivência diária já é complicado, agora imagina á distância. Pois é, assim que meu marido passou no processo seletivo, para trabalhar em uma empresa no exterior, o nosso relacionamento foi na base da confiança. 

      Estávamos muito animados com essa mudança, afinal, seria muito bom pra nossa família, conhecer um novo país, uma nova cultura, poder praticar um novo idioma e deixar conhecimento para nossos filhos. Meu marido sempre deixou bem claro o seu interesse em morar fora, e foi me contagiando com essa possibilidade. Na teoria, tudo é mais simples, mas na prática, fica totalmente diferente. Eu sabia que muita coisa iria mudar, mas, não imagina que seria tanto. Planejamos outro filho, assim que estivéssemos estabilizados, isso já em outro país.

     Estava dando tudo certo, os planos estavam se concretizando, quando eu descobri que estava grávida. E todo o projeto? planejamentos? me vi perdida, tendo que adiar várias coisas, e confesso que fiquei preocupada, porém feliz. Queríamos outro filho, mas, nosso planos, era pra dois anos. Não mudamos nada, continuamos como o planejado, sendo que, agora, eu teria que esperar para viajar e adaptar um bebê na história toda.

      Eu estava grávida de sete meses quando ele embarcou para os Emirados Árabes (Sim, ele foi para o Oriente Médio), uma cultura totalmente diferente da nossa, estilo de vida que não chega nem perto da nossa realidade no Brasil. Fiquei muito preocupada, estava sensível, final de gestação, vários pensamentos positivos e negativos … É um filme que passa em nossa cabeça, mas, fiquei firme. A tecnologia ajudava muito, nos falávamos todos os dias por aplicativos de chamada de vídeo, trocávamos fotos, informações, … Isso passava segurança e tranquilidade.

     Quando finalmente chegou o dia do embarque, não pude me conter e cai em lágrimas. Fomos todos ao Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), e foi tudo muito rápido, check in, despache de bagagens, vai aqui, vai ali, … Chegamos com 1:30hs de antecedência, que mais pareciam 20 min. 

     Ele embarcou, e assim, começou o nosso relacionamento á distância.